25 de fevereiro de 2026
Decisão da ONU: Israel apoiou uma proposta ucraniana contra a Rússia, contrária aos EUA.

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Em uma sessão especial da Assembleia Geral da ONU, marcando quatro anos da guerra entre a Rússia e a Ucrânia, foi aprovada, por grande maioria, uma resolução proposta pela Ucrânia.
A resolução pede que a Rússia se retire dos territórios que ocupou.
Fim da prévia em hebraico
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Ela também exige o retorno de civis e crianças que foram retirados do território ucraniano.
O Ministro das Relações Exteriores de Israel, Gideon Sa'ar, instruiu a delegação a apoiar a proposta. Nos últimos anos, Israel forneceu ajuda humanitária aos ucranianos e promoveu um diálogo político sobre questões de segurança. Desde que assumiu o cargo, o Ministro das Relações Exteriores Sa'ar lidera uma política que fortalece o apoio à Ucrânia. Ele disse: "Israel está comprometida em apoiar a Ucrânia e o povo ucraniano."
Os EUA abstiveram-se na votação. Isso criou uma situação incomum, já que Israel geralmente vota em linha com os Estados Unidos. A abstenção dos EUA está ligada aos esforços do governo Trump para negociar um acordo entre as partes. A declaração dos EUA dizia: "Terminar a guerra é, é claro, a coisa certa a fazer, mas exigirá sacrifícios e concessões."
O texto da resolução afirmava que a invasão russa já dura quatro anos e está causando graves danos à Ucrânia e à estabilidade global. A assembleia pediu um cessar-fogo imediato, troca de prisioneiros e a libertação de civis detidos de forma ilegal. Ela pediu a conquista de uma paz justa e estável com base nas fronteiras reconhecidas da Ucrânia, de acordo com o direito internacional.


